Luiza Normey | 1 ano de nova carreira – perrengues da vida freela e empresarial
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1 ano de nova carreira – perrengues da vida freela e empresarial

Antes de começar qualquer coisa, quero dizer que gosto muito de contar os problemas que enfrento na vida, e para não ser um assunto exclusivo com meus amigos, quero contar também para aqueles que me conhecem só por redes sociais e acham que tudo está lindo, fácil e perfeito. Todos deveriam expor suas lutas e falhas, para pararmos de achar que tá todo mundo bem, menos a gente (e ficar invejando vidas alheias). Pensei muito se deveria me expor dessa maneira, mas a vulnerabilidade é o que nos faz crescer 🙂 PS: Tudo que falo é do meu ponto de vista, minha personalidade e minha experiência, não acho que todos devem seguir esse caminho. Cada um descobre o que é melhor pra si e aceitar que tipo de vida faz mais sentido e não querer ter a vida dos outros. 

 

Já estamos em outubro e eu me dei conta que faz exatamente um ano que comecei minha nova carreira. Essa carreira que ainda não sei definir exatamente o que é, mas que no último ano rendeu muitos frutos e já consigo traçar certas metas. Para quem não sabe, me formei em Design Gráfico, no mesmo ano comecei a trabalhar com isso e 3 anos depois parei para voltar a estudar. Só comecei a ganhar algo (dinheiro) significativo em outubro de 2016, 2 meses depois de ter terminado a Pós. Basicamente fiz meu primeiro trabalho de estamparia para uma empresa e dei minha primeira Oficina. Desde então fui deixando me levar pelas oportunidades, MAS, escolhendo só aquelas que realmente me interessavam. Esse foi o grande aprendizado do ano: é preciso fazer um investimento inicial para poder no futuro trabalhar com o que gosta. Então já que faz um mês que lancei meu novo site, e este blog precisa ser revivido, aqui estou para contar minhas descobertas do ano e quais serão as mudanças que virão. (Acabou ficando um post super pessoal, mas acredito que isso possa ajudar quem está passando por algo parecido na vida)

1. Como saber com o que quero trabalhar.

Vou começar por este tema, porque desde que entrei na faculdade todas minhas certezas da vida foram desaparecendo até que me tornei uma adulta sem ter a mínima ideia do que gostava e com o que queria trabalhar. Bom, como lidei com isso e como fui me descobrindo? Eu tenho um lema que é “só provando pra saber se vou gostar”. Então várias vezes a gente já supõe que não vai gostar de tal coisa, mas nessas épocas de crise existencial o melhor a se fazer é experimentar um pouco de tudo (estamos falando de trabalho, ok? heheh). Quando me formei morria de medo de ser freelancer, precisava de algum emprego seguro, e de todas as opções próximas de mim fui na que mais me agradava: trabalhar com fun design. Meu cargo principal era desenvolver a parte gráfica de produtos para presente e decoração, tudo com um tom divertido, e clichê, mas naquela época parecia mágica minhas artes saírem do computador e virarem produtos. Depois de 3 anos nisso vi que não era mais pra mim e resolvi me especializar em Estamparia. Só que na hora de começar essa nova profissão percebi que não queria mais ficar numa empresa e resolvi testar a vida de freelancer. Além disso muita gente já estava começando a me pedir para dar aula de aquarela e depois de surtar um pouquinho, aceitei e dei minha primeira Oficina. Eu não tinha planejado isso, minha ideia era só trabalhar com estamparia. Mas aí testei e gostei! Inclusive comecei a gostar mais do que todas as outras coisas que eu já fazia. Então a dica desde parágrafo é: não sabe o que quer? Experimente até descobrir.

2. Sei o que quero mas não sei como quero.

Descobri que gostava de ensinar. “E agora? Quero ensinar como e onde? Faculdade, ensino médio, fundamental, pré-escola? Adulto, adolescente ou criança? Oficinas de um dia, um mês, um curso extensivo, aula toda semana, aula particular, aula regular? Aula presencial ou online? E a estamparia? E a aquarela? Também quero trabalhar com isso!” Para este momento de dúvidas também aconselho experimentar, mas eu como sou impaciente, já queria saber que caminho me deixaria mais feliz. Foi aí que minha psicóloga (falarei mais sobre isso depois) me disse para visualizar como é minha rotina no momento da vida em que sou bem sucedida. Nas primeiras semanas não consegui pensar em nada, não fazia ideia! Parei de pensar e fui vivendo a vida, e é nesses momentos de calmaria que os grandes insights aparecem. Eu me visualizei em um lugar não específico (bairro/cidade/país), vivenciando e aprendendo algo novo, e depois pensando e planejando como passar esse conhecimento adiante da melhor maneira possível. Esse único pensamento deixou tudo mais claro. 1. Quero continuar viajando e morando em lugares diferentes, por isso o melhor jeito de dar aula é por minha conta, com cursos de curta duração e ir para o online também! 2. Continuar aprendendo e vivendo novas experiências, ou seja, ser artista freelancer, criar estampas e todo tipo de arte que me faça crescer, sair da zona de conforto sempre. E no fim, meu grande objetivo de vida é fazer com que as pessoas descubram sua criatividade interna, porque eu sei que todo mundo é capaz de criar, vejo isso acontecer em todas minhas aulas e me enche de alegria ver pessoas que diziam “não saber fazer nada” e se surpreenderem com suas novas criações.

3. Sei a meta mas não sei que caminho percorrer.

Eu jurava que tinha resolvido todos meus problemas descobrindo minha brilhante rotina do futuro, haha. Mas o que todos nós sempre esquecemos e queremos evitar? O caminho. Primeiro tive que aceitar que o processo deve ser tão, ou mais gratificante que o resultado final. Porque quando chegamos no final a felicidade dura pouquíssimo tempo, pois já estamos pensando na próxima meta. Mantendo isso em mente, chegou o momento que finalmente comecei a me enxergar como uma empresa. O que devo fazer para minha empresa funcionar, crescer e se manter? É difícil pensar racionalmente quando somos uma pessoa só, quando tudo que fazemos reflete quem somos e qualquer feedback negativo ou falha se torna uma dor pessoal. Então decidi parar de lidar com meu trabalho de forma emotiva e impulsiva na parte de organização, planejamento e marketing. Deixemos as emoções pra criação artística, né?

4. Gerenciando minha empresa.

Aqui vou listar todas as atitudes que tomei e estou tomando para profissionalizar meu trabalho como um todo.

  • Reconhecendo problemas: Durante este ano percebi dois grandes problemas e eles têm a ver com alcance de informação e visibilidade. O primeiro é que está difícil conseguir alunos para minhas Oficinas. Fazendo uma pesquisa descobri que o principal problema é que a maioria das pessoas não ficam sabendo e que não demonstro o diferencial das minhas aulas nas divulgações. O segundo problema é que na maioria das vezes eu recebo propostas de trabalhos que não me interessam. E existe um terceiro problema, que é muito menor, mas existe, que é a falta de comunicação com meus alunos antes e depois dos cursos, porque quero continuar ajudando a que evoluam.
  • Criando soluções: Primeiro, criar um site. Lá são divulgadas todas as oficinas, então quem estiver interessado pode sempre consultar por lá. Também está meu portfólio atualizado onde coloquei apenas projetos que realmente me interessaram, para atrair trabalhos que gosto de fazer. Segundo, criar Newsletter. Divulgar as oficinas apenas pelas redes sociais não está sendo suficiente, e também assim posso passar outras informações interessantes e criativas. Terceiro, organizar as redes sociais. Isso fica pro próximo tópico. Quarto, criar um canal no youtube. Assim as pessoas podem ficar sabendo como são minhas aulas, dou dicas, crio exercícios para continuarem treinando depois das minhas oficinas, mostro meus processos de trabalho, etc.
  • Redes sociais: (Agora vem textão!) Desde o momento que comecei minha Pós, dois anos atrás, abandonei minhas redes sociais. Não no sentido de parar de postar, o que abandonei foi a essência e meu comprometimento com cada uma. Meu Instagram @luizanormey nasceu em junho de 2014 com o intuito de mostrar o making off das minhas artes. A Página de Facebook da Matiza foi criada final de agosto de 2014 para postar tirinhas e pinturas (3 vezes por semana!) como um exercício de voltar a desenhar/pintar. E por um ano cumpri essas metas. Acredito que foi fácil naquela época postar com regularidade e ser produtiva porque era apenas um hobby, eu tinha um emprego fixo e estava acostumada a produzir todos os dias muita coisa e em pouco tempo. No momento em que decidi me demitir e voltar a estudar, psicologicamente abandonei meu estilo de vida anterior e consequentemente minhas redes sociais sofreram com isso. Isso foi em outubro de 2015. Agora, outubro de 2017, sinto que encontrei a razão de existência das minhas redes sociais e que rumos elas devem seguir. Antes de contar o que será feito, preciso dizer que nos dias de hoje, para alguém que trabalha com arte e sozinho, as redes sociais são o canal que te dá maiores chances de crescimento profissional. Isso porque é onde todos podem ver teus trabalhos e isso pode te trazer compradores, investidores, alunos, parcerias e muitas outras oportunidades. E aí que decidi parar de postar a mesma coisa no fb e instagram e agora cada um vai ter seu estilo próprio de publicação. Instagram vai ficar exclusivo para pinturas e seus processos mostrando um pouco de como é meio jeito de trabalhar. Aqui um exemplo recente:

 

E o facebook eu vou entregar pra Matiza (chega de lutar, hahaha). Nos últimos dois anos me incomodei com o fato de eu só ter curtidas se falasse sobre cabelo cacheado e tentei ir contra o que o público queria. Então decidi que o facebook vai ser exclusivo da Matiza, a personagem, mas ela vai falar de cabelo e outras coisas, porque tenho seguidores de todos os tipos e eu tenho muito pra falar além de cabelo. Um exemplo do estilo que será trabalho:

E é isso ai. Para pinturas vá para o instagram, tirinhas para o facebook, e o que estou fazendo neste exato momento você pode ver no Stories do instagram 🙂

  • Investimentos: (Mais um textão!) Esse tá sendo até agora o tópico mais difícil pra mim. Por dois motivos: primeiro porque na minha cabeça eu já estudei, me formei, trabalhei e agora eu deveria estar só aumentando meu capital e não criando gastos, e segundo, não consigo me enxergar como uma empresa. Acontece que sou uma empresa e toda empresa precisa de investimentos, principalmente nos primeiros anos. Imagina que você quer abrir um Café, vai precisar ter dinheiro extra para poder alugar um lugar, reformar, decorar, comprar a comida, contratar funcionários e além disso tudo poder conseguir se manter sem lucro no começo. Quando é algo assim, eu entendo, parece racional. Mas quando a empresa é você mesma e seus gastos passam a ser com especialização, saúde mental e física, local de trabalho, marketing pessoal, e aceitar que no primeiro ano seus ganhos podem não aumentar… aí a coisa complica. Mas é a mesma coisa, a diferença que não existe empresa e você, é você e você. Demorei muito para aceitar mas estou aprendendo. Vou dar exemplos de investimentos que fiz nos últimos anos. 1. Largar o emprego e voltar a estudar (10 meses). 2. Começar a ir numa psicóloga (depois que terminei a Pós e comecei a trabalhar como freelancer, não conseguia aceitar que estava vivendo como uma “estagiária” de novo, porque recebia menos e não tinha mais nenhuma segurança financeira). 3. Parar de dar Oficinas todo mês para descobrir o que realmente quero, como quero e como alcançarei meus objetivos. 4. Dedicar boa parte do meu tempo para projetos pessoais sem retorno financeiro imediato. 5. Morar num lugar que me deixa feliz. 6. Não pegar trabalhos mais do que posso dar conta. 7. Aceitar ganhar menos por aquele trabalho que vai me fazer crescer e ter portfólio. 8. Manter uma rotina saudável, dormir 8h, cozinhar e comer bem, ver família e amigos, fazer exercício, trabalhar menos horas mas com mais qualidade. 9. Fazer as coisas no meu tempo, ter paciência e construir minha empresa pouco a pouco. Se eu não fizer esses investimentos, o que vai acontecer? Vou trabalhar com o que não gosto só pelo dinheiro, não vou sair da frente do computador, terei uma rotina não saudável, ficarei doente, não vou conseguir produzir nada bom, a inspiração vai acabar, e não vai mais fazer sentido eu querer criar algo novo, porque não vou estar bem física e psicologicamente para isso. Aqui uma tirinha que encaixa bem no tema:

  • Lidar com a culpa: No meu caso, parar tudo para investir em mim me enche de culpa. Eu tenho essa crença social que depois que começamos a trabalhar não podemos mais voltar atrás, e que gastar com você mesma é um privilégio que te faz ser menos “fodona”. É um pensamento horrível que estou lutando para desconstruir. Se eu fosse abrir um Café (não sei porque uso esse exemplo se nem tomo café), acharia ok fazer todo esse investimento, mas investir no meu talento, nas minhas ideias, na minha capacidade de criar, isso é super novo pra mim. Não acho que todo mundo deva fazer algo pra “mudar o mundo”, mas eu sou assim, e quero fazer minha parte, do meu jeito 🙂

Para inspirar.

Estamos vivendo uma Era muito louca, e cada vez mais está todo mundo pirando a cabeça. Então selecionei algumas coisas que me inspiraram nas últimas semanas.

Jornada da Natália Viana. Pra quem não conhece, aqui está o instagram: @nataliavianaflor . Sempre gostei do trabalho da Natália e agora ela está passando por uma nova fase e resolveu contar tudo para o mundo. Eu amo artistas que fazer isso e acho que ainda são muito poucos, então super apoio quem faz e também por isso criei este blog, trocar experiências é o que nos faz crescer!

Link:  http://nataliaviana.com/blog/2017/09/minha-nova-jornada/

Porque nós, Geração Y, nunca estamos felizes! (encontrei a versão do vídeo com legenda)

 

Aceitar a vulnerabilidade e parar de querer controlar tudo. (Minha vida)

 

E por hoje é isso, pessoaaaal

 

 

 

12 Comentários
  • Liliana Oliveira

    1 de outubro de 2017 em 23:58 Responder

    Que legal, Luiza! Obrigada por compartilhar. Tb passo por esse processo bipolar q é empreender e me identifiquei com várias das suas questões. Mudei (100%) pra uma nova carreira no início de 2016 e tb tou nessa fase de investir. Realmente é difícil ser uma euquipe e minha própria estagiária ganhando menos… reinvestindo boa parte do que ganho… Tb estou fazendo terapia e isso é ótimo. Por outro lado gosto mais do q faço hje mas ainda estou desenvolvendo um estilo de vida feliz e saudável… muitas vezes tropeçando. Tb tenho experimentado bastante e isso é gostoso… apesar de a instabilidade me enlouquecer mtas vezes. Enfim. Sorte pra nós! Beijos!

    • Luiza Normey

      11 de outubro de 2017 em 12:00 Responder

      “Processo bipolar”, é bem isso, hahahahaha. Que legal que estamos no mesmo caminho, a instabilidade e a “solidão” profissional pegam pesado as vezes, mas também não me arrependo nem um pouco. Lembro que quando trabalhava em empresa eu pensava que não era possível que eu ia passar anos da minha vida não usando de verdade minha criatividade e colocando o cérebro pra funcionar em coisas que acredito. Bom, boa sorte pra nós!!

  • Raquel de Arruda

    2 de outubro de 2017 em 07:23 Responder

    Texto incrível, Luiza! A gente do lado de cá sempre pensa que o reconhecimento e retorno financeiro dos artistas vem mais fácil…mas é como aquela frase: pra ficar famoso do dia pra noite é preciso trabalhar duro por muitos anos.

    Estou passando pela mesma fase (sou fotógrafa) e o segredo é investir no pessoal e no portfólio com a mesma empolgação de quem ganha milhões haha

    Obrigada por ter compartilhado!

    • Luiza Normey

      11 de outubro de 2017 em 12:03 Responder

      Obrigada, Raquel! Engraçado que mesmo eu sabendo da realidade quando olho os artistas nas redes sociais sempre tenho a crença que pra eles a coisa veio mais fácil, hahah, absurdo. Te desejo muita força e sorte nessa fase!

  • Patrícia

    2 de outubro de 2017 em 07:41 Responder

    Sensacional! É isso mesmo, a vida não é a perfeição das redes sociais, e com certeza tem muito mais gente passando pelo que você está passando. Compartilhar é a melhor forma de nos ajudar mutuamente ❤️

    • Luiza Normey

      11 de outubro de 2017 em 12:04 Responder

      Sim! Meu jeito de desabafar foi compartilhando com todos. Mas eu queria muito poder conviver mais com gente que está passando o mesmo que eu. Cidade “pequena” é foda, haha. (Florianópolis não é pequena mas sinto como se fosse)

  • Nati

    2 de outubro de 2017 em 10:19 Responder

    Texto bastante corajoso e inspirador. Muito obrigada por compartilhar 🙂
    Espero que você continue evoluindo na sua jornada.

    Um beijo!

    • Luiza Normey

      11 de outubro de 2017 em 12:05 Responder

      Naaati! Muito obrigada 🙂 Espero que você esteja indo muito bem! E que meus relatos realmente te ajudem de alguma forma. Beijo!

  • Laiany de C.P. dos Reis

    2 de outubro de 2017 em 13:56 Responder

    Oi Luiza! Muito obrigada por compartilhar!
    Estou em fase de investimento também.
    Demorei alguns anos para entender e depois assumir para mim mesma
    o caminho que queria seguir: ilustração.
    Agora estou na fase de investir em estudos, no meu caso não desenho desde pequena, comecei agora em 2015. Mas, acredito também que o estudar e aprender nunca param neh?!
    Acho que um dos meus maiores desafios é contra a ansiedade e aproveitar o presente
    e essa jornada gostosa de aprendizado.
    Eu ainda trabalho clt e tento conciliar com os estudos, enquanto isso tenho pensado em
    alguns produtos que gostaria de criar para experimentar a receptividade das pessoas. Mas, como não tenho um público, pensei em devagar ir postando e compartilhando minha evolução com quem quiser acompanhar!
    Rsrs…para mim os maiores desafios são: humildade e paciência!
    Obrigada por compartilhar toda sua jornada!
    Beijos,
    Laiany.

    • Luiza Normey

      11 de outubro de 2017 em 12:10 Responder

      Oi, Laiany! Então, começar agora não impede de nada, conheço vários artistas que começaram a desenhar quando adultos e por puro esforço evoluíram super rápido. Claro que para isso você tem que estar bem focada e não ligar para as dificuldades do caminho, sempre achamos que nada está bom, mas tenta pensar como uma criança que desenha para se divertir. E sobre os produtos, minha dica é ir compartilhando o que você faz, no instagram, facebook (começa pelo pessoal), e assim vai ganhando público. Depois mostra possibilidades de produtos e vê as reações! Foi assim que fiz 🙂 Beijo e boa jornada!!

  • Daniela Rocha

    2 de outubro de 2017 em 22:24 Responder

    Flor!! Obrigada por compartilhar sua experiência e te digo que super me identifiquei com vc. Adoro estamparia e estou começando a focar nisso agora, adoro aquarela tb e gravuras em relevo…rsrsrs.
    Tenho dificuldade em me organizar nas redes sociais tb, atualmente trabalho com encadernação manual e comecei esse mês a investir num espaço físico de ateliê. Enxergar a gente como empresa, muda mesmo a perspectiva das coisas. Preciso tb parar de pegar trabalhos que não me fazem crescer e tomam meu tempo, quando poderia estar investindo no que realmente quero fazer.
    Mais uma vez obrigada por esse texto inspirador!
    Quero fazer a oficina de aquarela online 😉

    Bjs!

    Daniela Rocha

    • Luiza Normey

      11 de outubro de 2017 em 12:15 Responder

      Oi, Daniela! Parece que temos muito em comum 🙂 O que eu estou fazendo agora com redes sociais (que esqueci de falar mais no texto) é que parei de tentar estar presente 24h. Analisei artistas com grande público e vi que eles postam uma ou duas vezes por semana, mas conteúdo bom, fotos muito boas, coisas relevantes. E agora estou fazendo assim. Posso dizer que já vejo alguns resultados, e estou menos ansiosa. Sobre a oficina online, isso quero planejar com calma, vai sair, mas não sei ainda quando. Eu adoraria que ano que vem! 🙂 Beijoo

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